Explodiu o plâncton

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A urgência explodiu o plâncton. Nada que a aspereza conserte, mas mesmo assim. Era costume na praça explicitar aporias: aquela não era a primeira. Mas tamanha ênfase no vaticínio da rocha, quem esperaria? O plâncton pleiteou o pescado soberbo, antes mesmo que o combustível amassasse o susto em sânscrito. Quem disse? A urgência sóbria serpenteou persuasiva, estabeleceu as condições do séquito, e disparou. Explodiu com o plâncton. Ninguém diga que a telefonista se esqueceu da aritmética, já tentaram comprar roupa pro pão de queijo? O que explica a mímica é o pendor ao pudor da prática. E isso o plâncton não previu. Não que precisasse ser assim, mas troco anda tão difícil, e ademais era um feriado local. Então os animais ficam de fora, enquanto tentam afinar a claridade com ácido, sem muito sucesso. Os parentes chegaram. Aquilo é uma paca servindo vinho? Sem colete? Ou é a urgência disfarçada? Chamaram a insegurança, que veio sobre pernas de pau e despejou feijão sobre todos. Foi então que chegou a malícia para impor a desordem, e assim foi. A urgência explodiu o plâncton.

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