Sequestraram o queijo

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Sequestraram o queijo, descontentes. Mas a pele apanha entre as categorias, sempre que castanhetas fossilizem o brio, ao menos. Exigem três coisas: o impossível, o indizívez e o infalível. O que primeiro se pensou fazer foi impetrar petardos práticos  ao longo da costa. Por um tempo fracassou. Havia malícia no sistema de ar condicionado. Em pequenos pacotes, é verdade. E de para-quedas era possível possibilitar muitas possibilidades. Não encontrei tapete que me agrade, e olha que o pistache se afundou em dívidas. Marchou-se de ponta cabeça por um mês, esquilos fizeram apelos, e lá está. Sequestraram o queijo. Sigilo absoluto ou seu dinheiro de volta. O leão dormiu ouvindo Nirvana, e desinfetou qualquer comentário. Não parece ser solução alguma furar o fundo da insignificância com piedade dúbia, pelo menos não se pode dizer que o procedimento padeça de integridade. Não é a primeira vez, nem os animais domésticos se arrependem da transcendência idêntica. O resgate é a ubiquidade do umbigo. Passageira e eterna, eterna passageira e cúmplice, a montanha pariu um cágado. Só a alvorada pode dar a volta ao mundo. Nem tudo que é tecido é tecido. Nem toda trama é uma conspiração. Todas as omeletes que precisam ser feitas serão feitas. Os monstros fazem um coquetel. Sequestraram o queijo.

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