Até que a fúria assoviasse

chaleira

A chaleira nova já precisa ir ao endocrinologista. Eu avisei. Deve ter demorado um mamoeiro até que a fúria assoviasse a conta de energia. Adiante foi a caravana de pirilampos messiânicos. O vale assistia à disposição de lumes lestos pela algaravia matinal. Porcos conjecturavam sobre a cantilena dos decapitados, a perder de vista, de fato. Não precisava humilhar a pedra hume, só porque estava úmida. Todo dia eles passam de novo, e com alguma sorte colapsará o colágeno dos correligionários. Não é sempre o mesmo? O iogurte alguma vez já desdenhou do druida? Nem mesmo por uma breve eternidade e adjacências. É uma manga bichada este século, resta o placebo do bólido distraído, e ninguém diga que prefere a parabólica. Até parece. Terceira à esquerda e pra cima antes do posto de vaselina, está na Bíblia. Todo esse tempo que eu tentava afinar o sofá com os restos do almoço eu não percebia a inaptidão do caramujo. Pelo que eu me lembro, não era um hábito vender seguros de lambreta, todos os monarcas se alimentavam de axiomas. Então que posso eu? Nem mesmo debaixo da folha de coqueiro se admitiria.

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