Acaba Mundo LXXXVIII

marshall

Hoje são vinte e cinco de setembro de dois mil e dezoito e o mundo não acabou. Eu já queria ir à praia desconectar antes de esse calorão chegar, e antes de me saturar dessa forma do cenário sociopolítico. Eu sei que a culpa é minha, sou eu que escolho rolar tuíter por horas, e eu sei que estou mais em busca de alguma atenção do que influenciando no curso dos acontecimentos pelo meu “ativismo”. Mas isso não me tira o direito de reclamar que a internet se tornou uma caixa amplificadora justamente das pessoas que deveriam estar falando sozinhas. Isso não é descartar ou minimizar o problema real do fascismo emergente, é justamente questionar se a gente que o rechaça está adotando a estratégia correta ou caindo como patinhos na estratégia deles. Afinal, não existe má publicidade, como se diz na gringolândia, e já funcionou com Trump (seja Steve Bannon o artífice do “mito”, como eu acredito, ou não). Pois então, adiante. Pensando bem, não, não vou seguir adiante com o tema que pretendia discutir. Não quero que se misture com assunto tão sombrio. Guardo para amanhã, tentarei limpar a mentalidade e escrever uma coluna ensolarada. Acaba ameaça fascista!

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