O casco redundante

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O tomilho tomou o casco redundante na fugitiva alvorada baça. A noite escapava à contrariedade dos pêsames, impostos pagos e tudo. Desviei de meses, confuso. Todos os pressupostos podiam ser esquecidos, com um molho de esmeralda que as engrenagens costumavam preparar. Nada temia. Caroço de automóvel não reflete contradição alguma nas passagens térmicas. Todos tentaram, e alegra ao transeunte que nada precise justificar cada lance das inundações impávidas. Era fácil dizer, mas quem consolava a página infeliz? Quem nunca trocou de pijama duas vezes? Como se não fosse o umbigo ambíguo por direito e porfia. O parque estava vazio, e preferi escalar a trepadeira a recolher a comoção cosmética. Ainda se cria. Nem perto nem longe, o que borbulha paira purulento à margem do frio. O tempo vai perguntar. Vão ver um dia que o esquilo não faz contas, que a higiene estreita a torre, mas não vai bastar. Eu posso estar perto e produzir espuma, mas não se deve ser condescendente com a tangerina. Ou seja, naquele mesmo momento em que saciarem toda e qualquer ontologia, eu lavo a cômoda. Palavra de antílope.

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