Imune à pasta

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Eu sou imune à pasta, não adianta. A salmoura sim, sem que a tartaruga pedisse, completou a maior parte dos desafios topográficos. Ali, na mesma pirotecnia de outrora, jazia o pândego, disposto a disparar sem metáfora alguma, como é costume na jusante. Não era bem como visto eternidade acima, quando tal questão seria nada ou muito pouco, mesmo de costas. Agora as presas precisavam de leis, que se misturavam à comida de monstro, dependurados todos. Melhor não especificar a tábua de versos acebolados. Ninguém podia aprovar isso. O orvalho não podia ser lido sem as lentes do eclipse, e nada podia aspirar à verdade, nem mesmo os vitrais de uma catedral tomada de aves de rapina. O passo é o próximo, o sol é o mesmo, e que importa? Acho que deu até na tevê. As coisas vão melhorar, compre sabão. Que faço com essa fé que não funciona? Não nos responsabilizamos pelas aspirações deixadas nas espaçonaves. E o calabouço aguarda, o impossível apita, quem diria? Tudo que antes qualquer pardal acharia certo, misturar-se ao dístico, anoiteceu interditado. Assim foi, e de trás pra diante ninguém discorda da virulência da válvula. Convém ficar inteiro.

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