O morfema morfético

Trippy-Optical-Illusion-Eye-Trick

O morfema morfético catalisava cataventos tépidos no alpendre. Soprava a seiva cúbica do amianto célebre durante a população, entre o pasto e o procedimento póstumo. Passava tudo a ser uma questão de nada, ou quase nada, ainda que indiretamente. A temperatura se precipitava fartamente sobre a vegetação subterrânea, mas parecia ainda possível atropelar imagens carcomidas sem que isso atrapalhasse a digestão. Foi então que a erupção mimética de um galo de briga proporcionou uma contundente costura de conotações. Prosseguiu-se sem que a noite bebesse leite, atendendo aos lírios compostos, e não tardou a que fosse cedo pela última vez. A luz passava manteiga na maior parte dos portos entrementes, e os animais precisavam estudar. Era a melhor hora para palitar o cérebro, e o bule saía para trabalhar, aparvalhado, tateando mil impressões fatigadas de governos múltiplos. Que dias eram aqueles em que televisores pediam fórmica na porta da balbúrdia. Nada distinguia os galhos de uma asneira de uma contestação epistemológica das cuecas do niilismo, e todos criam na inevitabilidade do impossível. E mesmo que o chafariz nunca fosse mais o mesmo, bastava a taverna tamborilar faceira que o brandir de curativos purificava o canhão passageiro. Hoje nada é diferente.

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