Acaba Mundo XLVII

catedral-da-se

Hoje são dezesseis de agosto de dois mil e dezoito e o mundo não acabou. Não chega a ser o fim do mundo, mas roubaram minha bicicleta. De fora da Biblioteca Mário de Andrade, como se não tivesse cadeado algum. Vou comprar logo outra, porque estou curtindo me locomover em São Paulo de magrela. Às vezes você se acostuma a andar de metrô apenas e nem sabe onde as coisas ficam, só como chegar. É legal cruzar a Paulista, descer a Consolação e descobrir-se no Centro, Minhocão, República, Sé, Liberdade… sendo que esses locais eram entidades mais ou menos autônomas na sua cabeça. Hoje também retomei o curso de crônica com o Cuenca, o mesmo que foi, uns dois meses atrás, de fato um estopim para voltar a escrever depois de muito tempo. Ontem eu não comentei, mas uma bonita multidão vermelha tomou Brasília em apoio à candidatura natimorta do Lula. Ele merece apoio, mas a minha impressão é que o país vive um estado de exceção, mas tudo deve ser posto em termos de amar ou odiar o Lula. É raso. Sempre foi raso, mas agora, as consequências de agir sem fazer o debate correto são as mais funestas. Mas ora vejam, pontificando de novo, Leonardo! Acaba com isso! Acaba mundo!

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