Acaba Mundo XXXIX

bpapa

Hoje são oito de agosto de dois mil e dezoito e o mundo não acabou. A PGR de nome gringo se revelou uma engavetadora muito mais ávida do que o, por que não dizer, saudoso Brindeiro, que ao menos não sujava as mãos com perseguições inquisitoriais. Feliz de estar longe daquele antro, na verdade. Ainda por cima eu soube outro dia que a moça por quem eu era apaixonado largou de fato o marido, mas por outro colega, um que dirigia pro Janot e andava armado e visitava a disney com regularidade. Que importa? Nada. Ficam os sonetos. Eu não quero nunca mais me apaixonar. Absolutamente nunca. Eu olho pra trás e me sinto ridículo, é hora de por fim a essa jejunosidade, para emprestar o termo do Woody Allen. Pedófilo convicto esse puto. Eu não me devia me sentir mal por enviar versos e rosas de vez em quando. Mas chega. Tem sido bem confortável mergulhar na misantropia. Mas eis que de repente hoje eu vou a uma casa noturna depois de muito tempo (ok, excetuado o Let’s Zappalin no Jazz nos Fundos, que esqueci de comentar) pra ver o grande Carlos “Big Papa” mandando um funk-fusion na discotecagem do Kaia. Compro discos com ele e com a Kátia há muitos anos, sempre são longos e saborosos papos. Faço a propaganda mesmo. Big Papa Records, Galeria Nova Barão, 7 de Abril, República SP.

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