Acaba Mundo XXV

John-Zorn-Fred-Frith11

Hoje são vinte e cinco de julho de dois mil e dezoito e o mundo não acabou. Pela primeira vez estourou o dia sem coluna, sem parágrafo, sei lá como chamar isso. Não sei muito o que falar, então vou primeiramente desejar muita saúde ao André, grande amigo que enfrenta um problema médico. Nós almoçamos juntos hoje, e agora à noite eu vi outro chapa dos tempos de Unicamp, o Miguelito, num show da Let’s Zappalin. É uma banda que toca Zappa, formada após a saída do Pappon da Central Scrutinizer Band, que tantas vezes já vi, ou vimos, porque o Campeão (Miguel) geralmente estava junto. É preciso aproveitar ao máximo enquanto vivo nesta cidade. Amanhã é dia de comprar ingressos para o Sesc Jazz. Antigo Jazz na Fábrica, no qual já vi Anthony Braxton. Tem Fred Frith e um tanto de coisa boa. É um festival corajoso, está para São Paulo assim como o Jazz em Agosto está para Lisboa. Eu tive a chance de ver duas edições, 2008 e 2009, e isso incluiu John Zorn/Fred Frith (foto) fritando de ácido (eu, não eles). São eventos recheados de avant garde, que cá entre nós, não devia mais assustar ninguém hoje em dia. Amanhã também é dia de embarcar para Brasília, ver pai, irmã, amigos. Então se o avião não cair e o mundo não acabar, amanhã eu escrevo para “todos” vocês de lá. Au revoir.

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