Acumular moléculas

junho 28, 2020

Nem basta ao busto a besteira nem o colete lateral da liturgia surgiu argênteo na jactância das jacas. Não é assim. É o sumo sumério que amarela larápios, o bromo abrevia vários vírus, e a sequência quântica antiga engatilha a telha, e ninguém liga. E nem se o marreco derramar merrecas, a obstrução do sândalo não dilui lilases. É como o molusco acumular moléculas: mesmo que o alpendre aprenda adendos a essência assume as massas de um modo que o domo modula. Mesmo se não fosse. A faceta da seta assenta ao cinto atento, é verdade, mas a verdura dórica acaricia séries, transborda o bordo. Eu disse.

Emenda ao mundo

junho 26, 2020

Já foi dito que o tufo afoito fustiga o engasgo, mas o que se esquece é que a cacimba embebe a abóbada, e eu não me surpreenderia se a derradeira drágea gerisse o gerânio, juro. Nem falo do fole, que esfolou o folículo, tudo que não é quinoa é uma emenda ao mundo. O mínimo meneio é menos que o nome, diz o cacto, concomitante a um tanto de tontos atentos, e o que se pede dos Édipos adiposos é pisar nos pêsames e examinar minúcias. Mesmo que o mascate escute cutículas, que o amargor das gárgulas galope o pélago, ainda assim eu assumo símios, e acalento incólume os lêmures. É o que pertence à porta.

O espanto do pinto

maio 25, 2020

A que ponto a tampa empata o tímpano, para o espanto do pinto! Nem a caçapa assopra impropérios nem a pochete achata tachos, e pra mim tudo bem. No começo do maço o açúcar acossa as sacadas, o defunto enfrenta trunfos, mas agora que a garoa grava vírgulas, o empecilho do soalho está alheio às bolhas. Pois seja. Se a soja agisse e o gesso sujasse o sigilo, talvez até o pateta topasse o pêssego, mas você sabe que o sabão sobeja a jujuba, e nem adianta antagonizar gazebos.

Adoçar docentes

maio 20, 2020

Que se há de ser feito se o afoito se afeiçoa ao fácil, e a tangerina gera girinos pro Jairo? Melhor falhar ralhando que colher colheres. Ainda mais quando o mister mistura o mastro com a mostra, é preciso siso a simular súmulas. Se o privilégio da lógica é congelar canjica, ninguém acuse o acaso de adoçar docentes. Até porque parcos porcos percolam incólumes, e o sacrifício do ofício é arrefecer fissuras. De um jeito ou de outro a trapezista histérica atura o touro, seria até o caso de dizer que a partilha atalha entulhos, que a conduta do tédio atinge longe. Precisava o vaso avisar o visgo.

Estacionar sinônimos

maio 13, 2020

Mesmo que indireta, a dentadura atira a tora às tiras, e já não basta que a paçoquinha amesquinhe o cânhamo pra que o condão dos condimentos condene o dínamo. É o estoque cáustico das cascatas que ajuda a digitar jatos e estacionar sinônimos. E por aí vai. O avalista atávico da vicunha conhece o cenho do sonho, então não é o caso dizer que as dezenas zunem, seria preciso mesmo o marasmo pra propor à páprica um princípio. Da mesma forma que a forma afirma o fármaco, a impavidez dos pavões avulta à volta da malta. É concomitante à menta.

Acarpetar os Cárpatos

maio 2, 2020

Para cada cadeado que o dado adia, apita um tapete tópico na pata tépida da lápide. Até tacapes pecam ao comprometer metrônomos, os melhores alhos calham de pilhar ampulhetas alhures, e o eterno turno encorpa os porcos pra acarpetar os Cárpatos. Praticamente uma prímula, a priori pristina, a competir com espátulas. Quem diria que dirimir miragens geraria gírias e juraria gerânios? Se nem a nêmesis almiscarada da drágea ajuda o gelo, e os sobrinhos dos sobrados já dobraram os brados, que resta ao rústico senão anotar tornados? Como se fora a tocha tachada de chata e chutasse setenta setas. Mesmo assim.

Tonéis atônitos

abril 30, 2020

Antes que a tundra atenda os tônicos, que a tontura tenra de tonéis atônitos sintonize túneis, atentemos ao tanto de tênis tonitruantes que transtornam a técnica da túnica típica. Não podemos articular cutículas cálidas sem privar as provas de praças, demitir a penúltima sílaba dos lábios biliosos do Líbano. Cumpre que compremos primores prévios, e ao menos que o manifesto afaste a fístula, já que a jaca acode o cadarço, o que enseja o jazigo gasoso a gozar da gaze, ou o zagueiro guisado a impedir o pêndulo, é o temor do artrópode que aprecia os protéticos, e o que resta da festa é afastar tarifas. Se ao menos o manso munisse o sono do sino.

Inclusive o Clóvis

abril 29, 2020

Para surpresa dos prazos, a tutela dos tálamos enlameia o miolo além dos limões malignos. Inclusive o Clóvis avalia as velas e aventa os pentes sempre que o pretexto atesta o pasto. E assim deve ser. O serviço viçoso do siso, no entanto, atinge o jantar do agente a ponto de pintar o tempero. Já se tentou até tatear a tarântula, o lixeiro mesmo acha o xaxim chocho, e nada, o danado do adendo coaduna com o dínamo. O que pertence à instância tensiona a insônia, é bem verdade, mas as mazelas alisam lousas sem a menor maneira. A esta altura a tora atura os títeres, e a tarimba do bário barateia os brotos. É claro que é cloro.

Apelar à polenta

abril 9, 2020

Não está claro se o cloro cliva a clava, até onde eu sei todos os morcegos de março são parceiros da parcimônia, mas mesmo assim, aquilo que acolhe a quilha amealha a palha, eu imagino. Deviam ao menos apalpar palpites, na esperança plácida da acidez decídua das cédulas, mas do jeito que o cajá age, parece que cabe à bacia assobiar bárbaros, e resta ao arrasto apalavrar larvas e apelar à polenta. Que coisa, não? Agora que o agouro aguarda o dardo antes de intuir a pintura, e às vezes até o vaso avisa a viseira de fato, fica difícil a desfaçatez disfarçar a força da sarça. Como se já não fosse o fosso afásico, como se o corrimão rimasse, mas tudo bem.

Adotar tortinhas

abril 7, 2020

Por mais que o mistério estoure, que a castanha estranha compita com os cômicos cósmicos, a salamandra andrógina segue aguando as gárgulas, e ainda não ferveu a fava que vai vetar o tártaro. Passou da hora de dourar diários e adotar tortinhas. Mesmo que seja a soja, ou o sujo, quem vai velar o louro e delirar alhures, o importante é que a capota apite, e o potente intento das tintas atenue o tato das taturanas. E assim se vai, esvaziando visgos e agastando gonzos, como se ali na esquina o equinócio assinasse sinos, e os baluartes balissem simétricos. Fazer o que?